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Ovino de duas cabeças está preservado há mais de 65 anos — Foto: Reprodução
Uma ovelha que nasceu com duas cabeças é uma das “relíquias” de uma exposição que a Vigilância Sanitária do Rio abriu nesta terça-feira (6). O ovino com a anomalia se soma a itens como fotos antigas e manuais de manuseio de alimentos.
A mostra “De 1917 a 2019 - mais de 100 anos de história” marca a 1ª Convisa Rio, conferência nacional do segmento, que vai até quinta-feira (8) no Centro de Convenções Sul-América, na Cidade Nova. Palestrantes de todo o país debatem métodos de fiscalização e segurança alimentar.
A mostra pode ser visitada durante a Convisa, sempre das 9h às 18h. Depois que a Convisa acabar, a exposição será montada de forma permanente no Instituto de Nutrição Annes Dias, em Botafogo.
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Foto da carrocinha de cachorro no combate à raiva animal — Foto: Reprodução
Do gado leiteiro a asseio na cozinha
Algumas das 40 peças da exposição foram retiradas do acervo do Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman. O IJV foi criado em 1917 para realizar o controle da tuberculose em bovinos produtores de leite e para cuidar dos burros de tração.
De lá para cá, a Vigilância Sanitária exerceu funções como passar a carrocinha contra cães com raiva e marcar gado inspecionado. Hoje, o IJV continua monitorando a raiva na cidade, e a subsecretaria inspeciona estabelecimentos quanto o asseio.
O ovino com anomalia genética foi encontrado durante uma necropsia realizada há mais de 65 anos no Laboratório de Anatomia Patológica, que funciona até hoje no IJV, em São Cristóvão.
Outro item da mostra é um macaco bugio empalhado. O espécime simboliza o trabalho executado pela Vigilância no controle da febre amarela no Rio.
Após serem analisadas pelos médicos-veterinários do órgão, as carcaças de primatas são cedidas ao Museu Nacional para taxidermia.
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Macacos gêmeos preservados do IJV — Foto: Reprodução
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Ferrolhos para marcação de gado leiteiro na época da tuberculose — Foto: Reprodução
Bugio empalhado simboliza o combate à febre amarela — Foto: Reprodução
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A ovelha de duas cabeças e uma cobra-d'água — Foto: Reprodução
*G1 Rio
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