
A Promotoria de Justiça também citou a participação da Secretaria de Educação do Município na ação de solucionar esse problema, já que estado tem o dever de desenvolver campanhas educativas nas escolas, conscientizando os jovens para os males que esses produtos e essas práticas podem causar. As autoridades policias da cidade, segundo a Recomendação, também deverão agir de acordo com suas competências de fiscalizar, investigar e punir quando necessário. A Recomendação considerou inclusive que os pais ou responsáveis por essas crianças e adolescentes têm o dever de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, como ressalta o Estatuto da Criança e do Adolescente
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*Assessoria de Imprensa do MPRN
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