Reprodução / CREF
Conselho tem pedido a profissionais que apresentem números de registro em suas redes sociais
O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região (CREF/16) registrou um aumento no número de pessoas não habilitadas fazendo a divulgação em redes sociais de treinamentos físicos durante o período de fechamento de academias e isolamento social, provocado pela pandemia do novo coronavírus.
Pessoas não registradas, como influenciadores digitais, surgem na internet apresentando tipos de treinos que podem ser feitos em casa. O CREF16/RN alerta que esse tipo de conduta é considerada contravenção penal, podendo acabar em prisão. Além disso, a realização de atividade física sem um acompanhamento profissional pode resultar em sérios problemas de saúde.
Os fiscais do Conselho acompanham esse tipo de ilegalidade e estão apurando as denúncias que chegam apontando para o exercício ilegal no meio digital. Em 2019, o Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região registrou mais de 200 pessoas exercendo a profissão de forma ilegal.
Pessoas identificadas atuando ilegalmente como Profissional de Educação Física são denunciadas ao Ministério Público e podem ser punidas pela justiça. O exercício ilegal da profissão é considerado contravenção penal prevista no artigo 47 da lei das contravenções penais, decreto de lei número 3688/41, com pena de prisão de 15 dias a três meses ou multa.
Uma forma fácil de identificar um profissional de Educação Física devidamente habilitado é pedindo que ele apresente a Cédula de Identidade Profissional, um documento emitido pelos Conselhos Regionais de Educação Física. O Conselho, inclusive, tem pedido aos profissionais que apresentem os números de registro em suas redes sociais.
"Orientações feitas por pessoas sem qualificação e registro podem significar problemas sérios de saúde. Esse tipo de consultoria só deve ser feita por profissionais devidamente habilitados. É importante ter a certeza que quem oferece esse tipo de consultoria é um Profissional de Educação Física", explica o chefe do departamento de orientação e fiscalização do Conselho, Luiz Marcos Peixoto.
O Conselho de Educação Física da 16ª Região reforça a importância de se manter a realização de atividades físicas durante o período de isolamento social e que internet é uma aliada nesse momento, mas orienta que essas atividades sejam feitas somente com o acompanhamento de um profissional.
*Agora RN

Confef faz um trabalho medíocre pelo preço obrigatoriamente cobrado. É uma pena os profissionais estarem submetidos a tamanho desrespeito. Espero que aprovem a lei que torne o pagamento da anuidade facultativo. Não quero ser obrigado a sustentar cabide de emprego.
ResponderExcluirTem mais coisas pra esse conselho se preocupar nessas horas de dificuldade
ResponderExcluirAqui em SP cref4, basta acessar a internet para nós depararmos com diversas pessoas sem formação alguma, passando exercícios físicos para as pessoas para nós formados, é invasivo.O cref tem que se manifestar mesmo.
ResponderExcluirSou profissional registrado no CREF 13/BA e falo que os Conselhos Regionais de Educação Física só servem para arrecadar dinheiro, são completamente ineficazes cobrando um absurdo de anuidade(R$ 603,07) e só vejo atuar fiscalizando os profissionais registrados e devidamente legalizados, ou seja, pagamos para sermos fiscalizados. Nós profissionais de Educação Física estudamos no mínimo por 4 anos, pagando um curso caro, depois vem especialização e se não alimentar os cofres dos CREF's não podemos exercer a nossa profissão, Faço uma pergunta:
ResponderExcluir- Diploma de Ensino Superior, serve pra que?
Isso é um absurdo, gostaria que o Ministério Público dos Estados fizessem uma completa auditoria nas contas dos CREF's.
Me sinto lesado e completamente desassistido pelo CREF.
O trabalho no conselho deveria ser apenas subsidiado, não remunerado, pois aí só iria trabalhar quem realmente teria interesses com a profissão
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